“ Hasta la victoria siempre ”, Ernesto Guevara de la Serna Controverso, Sérgio Carlos Francisco Barbosa, ou apenas Sebar, já é figu...


Hasta la victoria siempre”, Ernesto Guevara de la Serna

Controverso, Sérgio Carlos Francisco Barbosa, ou apenas Sebar, já é figura folclórica na Província - como sempre se referiu à Adamantina. Nem polêmico, nem incompreendido, sempre se classificou como pessoa de opinião, mas sempre aberto ao diálogo.
Mas não se pode deixar o passado de lado em meio aos desencontros do presente, haja vista que o futuro pode fazer a diferença neste contexto entre o passado e o presente, ainda mais em terras provincianas…
Natural de Ourinhos, se estabeleceu em nossa cidade em 1999, quando assumiu papel estratégico na implantação dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo da UniFAI – Centro Universitário de Adamantina.
Em terras provincianas, ainda, impulsionou e estruturou a Rádio Cultura FM, transformando-a em uma opção diferente no ar.
Mas, sobretudo, pode-se afirmar que foi o principal responsável pela parceria entre a Autarquia Municipal de Ensino Superior e a Cátedra Unesco de Comunicação para o Desenvolvimento Regional.
Desta parceria, diversos eventos – alguns dos quais considerados, até hoje, referência – foram promovidos rompendo a mesmice de sempre e inserindo a Província no contexto glocal, ou seja, do global (Planeta Terra) para o local (Província), em um seleto grupo de cidades produtoras de conteúdo científico.
Como sempre afirmou, aqui e ali, “A César o que é de César”.
Autor de artigos polêmicos, Sebar nunca deixou de falar – e se posicionar – sobre os desencontros patrocinados pelos diversos setores do poder provinciano. Irônico e com linha editorial própria é colaborador de diversos jornais e sites, cativando leitores em toda a região.
Amante do bom e velho rock´n roll, apesar da aparência peculiar, seu grande coração o denunciava em diversas situações, já que não se pode perder a ternura, jamais.
E foi este mesmo coração que pegou amigos e familiares de surpresa e ponto quase final…
De um jeito ou de outro, “a vida continua” para todos os lados de um mesmo lado,  e tudo, ainda, pode ocorrer daqui pra frente. Pelo andar da carruagem, ainda está no seu tempo... E todo tempo é tempo!
Não se pode esquecer que “tudo passa” e que a Província já está eternizada para isso e mais aquilo. Na realidade, Sebar já é cidadão provinciano, mesmo sem que houvesse devida láurea.
Que tenhamos muitos Riders On The Storm antes do The End.

Quem viver, vai ver!

  “Visionário é aquele que não se contenta com as aparências”, Wilson Chagas Em um passado não muito distante, um grupo de pesso...


 “Visionário é aquele que não se contenta
com as aparências”, Wilson Chagas

Em um passado não muito distante, um grupo de pessoas estavam reunidas no estacionamento do Campus I da FAI para a apresentação de um projeto de expansão daquele espaço. Ali seria erguido um novo andar e salas seriam construídas para abrigar novos cursos.
Mas o projeto foi descartado. E do pomposo caixa da instituição saíram recursos para a compra de uma área, às margens da rodovia.
“É no meio do nada”, diziam os incrédulos.
Mas um homem vislumbrou o crescimento urbano e até mesmo a regionalização da instituição. Começava então um novo e determinante capítulo da história da nossa faculdade, a instituição que pertence a todos nós adamantinenses.
Enquanto os novos prédios eram edificados, novos cursos “pipocavam” como fogos no céu. Foram anos de muito avanço e crescimento. A instituição municipal, formada até então por poucos cursos e com modesta oferta de vagas, passava a ser vista com respeito e passava a ocupar importante função social, com atendimentos em diversas áreas e suporte ao município em diversos setores.
Tudo isso acontecia com firme comando, muitas vezes polêmico e com falhas, mas com velocidade e objetivo admiráveis. O sonho de toda uma comunidade mais parecia um filho para o responsável por este capítulo da história de Adamantina.
Já consolidada e muito respeitada, a UniFAI é fruto do trabalho de muitos homens e mulheres, que sonharam e primaram pelos pilares ensino, pesquisa e extensão.
Hoje, após muitos anos de sua vida dedicados a este projeto, um dos responsáveis por esta trajetória de mais de quatro décadas merece nosso reconhecimento.
Empreendedor e visionário, o professor doutor Gilson João Parisoto escreveu seu nome na história de nossa cidade.


Obrigado, professor.

“A primeira igualdade é a justiça”, Victor Hugo A intervenção do Estado é algo comum em todas as partes, em alguns casos de maneira mai...

“A primeira igualdade é a justiça”, Victor Hugo

A intervenção do Estado é algo comum em todas as partes, em alguns casos de maneira mais efetiva e em outros com mais discrição, no entanto, a implantação de ações afirmativas é uma realidade no atual contexto histórico.
A luta contra a pobreza tem se notabilizado após iniciativas governamentais receberem respaldo de órgãos internacionais, como a ONU – Organização das Nações Unidas.
Políticas públicas de distribuição de renda são exaltadas por sua importância na redução do número de famílias em situação de risco.
Apesar de serem consideradas, por muitos, como sendo populistas, tais medidas colaboraram para a redução dos níveis de pobreza extrema e alçaram milhares de famílias à condição de estabilidade econômica.
Esse premiado modelo é aplicado por outros países e tem variações com implantação sendo estudadas por outras nações. Pode-se afirmar que, no caso do Brasil, faltam filtros e ferramentas de controle para evitar desvios e uso inadequado do projeto, mas em razão dos diversos estudos e reconhecimento sua eficácia permanece intacta.
Outro exemplo de ações afirmativas é a facilitação do acesso à universidades. Este tipo de política pública é aplicado como forma de prover a população de qualificação e, em alguns casos, a própria nação de profissionais, como na Índia, por exemplo, que incentivou e custeou a formação de engenheiros, nas mais diversas especificidades para preencher a lacuna de profissionais com estas habilitações.
No Brasil, os programas de financiamento, cotas e pesquisa e extensão têm o mesmo propósito e buscam prover a população de conhecimento para ampliar sua condição econômica.
Alguns países também realizam custeio ou pagamento de trabalhadores sem ocupação, incentivam monetariamente a gestação e/ou planejamento familiar, entre tantos outros exemplos de políticas públicas criticadas por serem populistas, mas com efeitos e objetivos práticos.
Todas essas políticas, consideradas de justiça social, são alvos de críticas por parcela considerável da população e são taxadas de populistas, geralmente por aqueles que não são contemplados e/ou não precisam de tais políticas.
Na verdade, a definição de populismo é tênue, pois apesar de sua importância prática tais políticas também podem ser utilizadas de maneira equivocada, como angariar votos ou influenciar a opinião pública, mas a afirmação de que “é melhor ensinar a pescar a distribuir o peixe” é errática já que em muitos casos o cidadão em situação de risco nem sequer possui condições para tal tarefa, necessitando de amparo para se reerguer.
Justiça social não é igualdade de condições, mas sim equidade de condições. Mas para que isso ocorra sem desvios de finalidade é preciso que o homem tenha consciência e haja com ética.
Uma nação com condições ideais de vivência social e econômica é aquela que aplica suas políticas de forma a atender os interesses de todas as classes sociais, provendo a todos de oportunidades de básico convívio.
Enquanto isso, muitos classificam ações midiáticas para mostrar um político varrendo uma rua por apenas 10 segundos ou empunhando um pincel pelo exíguo período de duração dos flashes como algo normal. 

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